quinta-feira, 26 de maio de 2011

lá se vai a Japa putanheira de novo...

Não quero mais brincar de esconder
Não posso mais negar este querer,
que veio sorrateiro pelos cantos
e foi cobrindo tudo como um manto.

A parte que em mim, eu já não via,
que há tempos desistiu da poesia
e fez meio de vida, a boemia.

Adeus digo ao bar e à bebida
a troca, na promessa de outra vida
que possa ser contigo repartida.

domingo, 1 de maio de 2011

Boa noite, meu amor,
digo eu agora.
Bom dia, diz o Sol
que vai raiando.

eu fico a te esperar 
em outro sonho,
que há de te trazer
de novo a noite.

Preencho assim meus dias
e as horas que passam 
a se somar já tão vazias.

o sonho que se acaba nesta hora
te leva então de mim
na noite fria,

mas fica no meu peito
esta lembrança
e a falta toma conta do meu leito.


Que bom que você me esperou  Depois de tanto eu me perder  Me iludir e me enganar  Por outros amores, outros olhares  Que bom que mesmo sem ...