Amigo, é tanta falta de amor que as vezes parece em vão buscar quem tenha coragem de deixar toda essa ilusão.
Dos relacionamentos fulgazes, dos encontros casuais, da coleção de troféis. Dos catálogos, das vitrines e dos cardápios de corpos virtuais ou reais;
Às vezes se cansa das conversas forçosas que fingem uma intimidade e um interesse irreal como a dos casais superficiais de casamentos e namoros antigos de 10, 20 anos, de pessoas que se recusam a se entregar de verdade e a mergulhar nas águas profundas, escuras e incertas do verdadeiro amor.
Amor que exige coragem. Coragem de se arriscar, se jogar de cabeça, abrir mão do controle para poder dar o primeiro passo; fazer um convite; dizer "é você que eu quero mesmo que pareça que não vai dar certo...""
O Amor que exige humildade para ser forte e resistente, para sobreviver às intempéries, para aprender com as crises e para o "me desculpe", "me dê outra chance" e "sinto muito"
Esse Amor, companheiro, não tem não, não se acha, pois é o tipo que se faz, se constrói e hoje em dia, só se acha coisa já pronta e barata!"
( Agnes Meri)