terça-feira, 14 de janeiro de 2014

amor amigo



Vou confessar que o amor
Nunca foi tão meu amigo
Ele chegava, eu saía
Fingia que nem conhecia
Quando eu procurava, ele fugia
E eu, preguiçosa, desistia...

De tanto correr um do outro
A gente nem foi percebendo
O quanto já se conhecia...

Sem saber que eu te buscava
Andando meio que perdida,
Era nele que eu esbarrava
Na esquina da tua rua.

Agora ele me pede carona
E anda sempre comigo
Assim como a parte em mim que é tua,
E que remendaram meu coração partido.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Que bom que você me esperou  Depois de tanto eu me perder  Me iludir e me enganar  Por outros amores, outros olhares  Que bom que mesmo sem ...