segunda-feira, 27 de janeiro de 2014



E como ainda dói te pertencer
Buscar de novo no Sol e já não ver
Por entre além das trevas, e nenhum amanhecer.

O rosto de outra flor
Me lembra o teu
A chama de outro amor
Acende o teu

E vivo eu de novo este querer
Que nunca há de esquecer este calor
Que mesmo sem provar do teu sabor
Recorda de outras vidas nosso amor

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