sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

soneto ao contrário




Não se deixe sabotar, meu bem.
Tudo que negas e do que foges,
Volta pra te assombrar

Força meu bem, pra quê isso?
Abraça a chance de errar
Aceita um não por um talvez...

Que nada mais nesse mundo
Vai poder te assustar
São as chaves das correntes
E nada mais vai te prender

Nem mesmo o amor vai doer
Aquilo que quiser negar, aceita.
Do que quiser fugir, avança
E juro que mal algum te alcança

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